Mulher negra aplicando protetor solar no rosto, cuidando da pele com hidratação e proteção diária. Mulher negra aplicando protetor solar no rosto, cuidando da pele com hidratação e proteção diária.

Radiação UV: como os raios ultravioletas afetam a pele?

Descubra o que são os raios ultravioletas, quais são os tipos de radiação UV e como cada um afeta a pele. Veja também os riscos do excesso de exposição e como se proteger corretamente.

Os raios ultravioletas são uma forma de energia emitida pelo sol que atinge a pele diariamente, mesmo em dias nublados ou dentro de casa perto de janelas. A radiação UV é a principal responsável por queimaduras solares, envelhecimento precoce e pelo aumento do risco de câncer de pele, o que torna a proteção solar diária um hábito essencial, e não apenas algo reservado para dias de praia.

Entender como cada tipo de raio ultravioleta age na pele ajuda a escolher a proteção certa e a montar uma rotina de skincare mais eficiente. A seguir, veja o que é a radiação UV, seus principais riscos e como se proteger dela no dia a dia.


O que são raios ultravioletas?

Os raios ultravioletas são um tipo de radiação eletromagnética emitida pelo sol, invisível ao olho humano, que carrega mais energia do que a luz visível. Eles fazem parte do espectro solar e chegam à Terra em diferentes comprimentos de onda, o que determina a profundidade com que penetram na pele e o tipo de dano que causam.

Diferente da luz visível, a radiação UV não depende da sensação de calor para estar presente. É possível se expor a altos níveis de raios ultravioletas mesmo em dias frios ou parcialmente nublados, já que até 80% dessa radiação consegue atravessar as nuvens. Por isso, a exposição UV acontece de forma constante ao longo do ano, independentemente da estação.


Quais são os tipos de radiação UV e como cada um afeta a pele?

A radiação ultravioleta se divide em três tipos, classificados de acordo com o comprimento de onda: UVA, UVB e UVC. Cada um tem um comportamento diferente ao entrar em contato com a pele.

• A radiação UVA representa cerca de 95% de toda a radiação UV que chega até nós. Ela tem o comprimento de onda mais longo, o que permite que penetre profundamente na pele, atingindo a derme (camada mais profunda). Está presente com a mesma intensidade do nascer ao pôr do sol, o ano todo, e é a principal responsável pelo fotoenvelhecimento e pelo surgimento de manchas.

• Já a radiação UVB corresponde aos 5% restantes, já que boa parte é filtrada pela camada de ozônio. Tem um comprimento de onda intermediário e penetra de forma mais superficial, atingindo a epiderme. É mais intensa entre 10h e 16h e no verão, sendo a principal causa de queimaduras solares e de danos diretos ao DNA das células da pele.

• Por fim, a radiação UVC tem o comprimento de onda mais curto e a maior carga energética entre os três tipos, mas não chega à superfície da Terra, pois é totalmente absorvida pela camada de ozônio. Por isso, ela não representa risco na exposição solar do dia a dia.


Quais são os perigos do excesso de radiação ultravioleta na pele?

O excesso de radiação ultravioleta acumula danos na pele ao longo do tempo, mesmo quando não há sinais imediatos visíveis. Os efeitos vão desde alterações estéticas até condições que exigem acompanhamento médico, e costumam se intensificar com anos de exposição sem proteção adequada.


Manchas na pele

A radiação UVA estimula a produção excessiva de melanina como uma forma de defesa da pele, o que pode resultar em manchas escuras, sardas mais evidentes e o agravamento do melasma. Esse processo é cumulativo, ou seja, cada exposição sem proteção contribui para o escurecimento gradual dessas áreas.


Maior chances de câncer de pele

Tanto a radiação UVA quanto a UVB estão associadas ao aumento do risco de câncer de pele, incluindo o melanoma e os carcinomas basocelular e espinocelular. A UVB causa danos diretos ao DNA das células, enquanto a UVA contribui de forma indireta, gerando radicais livres que também podem levar a mutações celulares ao longo do tempo.


Envelhecimento precoce

Como a radiação UVA atinge a derme, ela danifica as fibras de colágeno e elastina responsáveis pela firmeza e elasticidade da pele. O resultado é o chamado fotoenvelhecimento, que se manifesta como rugas, flacidez e perda de viço muito antes do que seria esperado apenas pela idade.


Queimaduras e insolação

A exposição intensa à radiação UVB provoca a queimadura solar, uma reação inflamatória em que a pele fica vermelha, quente e dolorida. Em casos mais graves, pode haver formação de bolhas, além de sintomas de insolação, como febre, calafrios e mal-estar, que exigem atenção médica.


O protetor solar bloqueia todos os tipos de raios UV?

Não, nem todo protetor solar bloqueia os três tipos de radiação UV, o que torna importante verificar o rótulo do produto antes de escolher. Como a radiação UVC não atinge a superfície da Terra, a proteção realmente necessária no dia a dia é contra os raios UVA e UVB, e não todo protetor solar cobre igualmente os dois.

O FPS (Fator de Proteção Solar) indicado na embalagem mede especificamente a proteção contra a radiação UVB, responsável pelas queimaduras. Já a proteção contra a radiação UVA costuma ser indicada por selos de "amplo espectro" ou pela sigla PPD. Por isso, o ideal é sempre optar por produtos que declarem proteção de amplo espectro, garantindo defesa tanto contra o envelhecimento precoce quanto contra as queimaduras.


FPS 30 é suficiente para proteger dos raios ultravioletas?

Sim, o FPS 30 é considerado suficiente para a proteção diária da maioria das pessoas e é a recomendação mínima da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Ele bloqueia cerca de 96% da radiação UVB, um índice muito próximo ao de fatores de proteção mais altos, como o FPS 50, que bloqueia cerca de 98%.

O que realmente faz diferença na eficácia da proteção não é apenas o número do FPS, mas a forma de uso: aplicar uma quantidade generosa do produto e reaplicar a cada duas horas, ou após suar muito ou entrar na água. O Protetor Hidratante com Vitamina C FPS 30 Garnier é uma opção que une essa proteção de amplo espectro à hidratação e ao efeito antioxidante da vitamina C, sendo indicado como o último passo da rotina de skincare pela manhã.


Quais ativos do skincare podem ajudar com a exposição à UV?

Os antioxidantes são os principais aliados do skincare contra os efeitos da radiação UV, já que atuam neutralizando os radicais livres gerados pela exposição solar antes que eles danifiquem as células da pele. Eles funcionam como uma segunda camada de defesa, mas nunca substituem o protetor solar, que continua sendo o passo indispensável da rotina.

Alguns ativos se destacam nessa função:

• Vitamina C: neutraliza radicais livres gerados pela radiação solar, estimula a produção de colágeno e ajuda a uniformizar o tom da pele.

• Niacinamida: fortalece a barreira natural da pele, o que ajuda a reduzir a perda de água e a proteger contra agressões externas, além de ter ação calmante.

• Ácido hialurônico: não tem ação antioxidante direta, mas mantém a pele hidratada e mais resistente, o que contribui para a recuperação após a exposição ao sol.

Para incluir esses ativos na rotina matinal, o Hidratante Facial Hialurônico Toque Seco Garnier combina ácido hialurônico com niacinamida e "aloe vera", ajudando a preparar a pele antes da aplicação do protetor solar. Aplicado logo após a limpeza, ele contribui para uma barreira cutânea mais fortalecida ao longo do dia.

Se você ainda não sabe qual é o seu tipo de pele ou qual rotina de proteção solar e hidratação combina melhor com suas necessidades, o Garnier Skin Coach faz uma análise gratuita a partir de uma selfie e recomenda produtos personalizados, um bom ponto de partida para montar uma rotina de defesa contra os efeitos da radiação UV.